INAUGURAÇÃO DE EXPOSIÇÃO COLETIVA DE ARTE
" TERRA MATER "
01 JULHO 2023 (sábado) | 16h00
No Próximo dia 1 de julho de 2023, pelas 16h00, vai ter lugar na Galeria de Exposições da Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, a inauguração da Exposição Coletiva de Arte "Terra Mater", apresentada pelo Grupo "Convergências" com obras dos artistas: Ana Filipa Scarpa; Anabela Mota; Arlindo Homem; Becerra Vitorino; Carmen Vitorino; Dina Palma Dias; Diogo Rosa; Elsa Rebelo; Engrácia Cardoso; Gina Frazão; Isabel Soares dos Reis; João Donato; Ricardo Casimiro; Ricardo Gigante; Sandra Borges e Vitor Moinhos.
A exposição é de ENTRADA LIVRE e irá estar patente até dia 2 de setembro, de terça-feira a domingo das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Sobre o projeto "CONVERGÊNCIAS"
O projecto “Convergências” teve origem na Galeria Arte Graça - Lisboa no ano de 2016, tendo como objectivo a divulgação das Artes nas suas diversas vertentes e tendências: Fotografia, Pintura, Escultura, Ilustração, Cerâmica e Vídeo, a par da Música, a Poesia e a Performance.
Com uma cadência anual a partir de 2017, este projecto iniciou-se com artistas do distrito de Lisboa mas, com a continuação e com a articulação com as exposições “Os Sítios de…” no Complexo Cultural da Levada, Tomar, tem alargado a participação a artistas ao nível nacional e internacional, de modo a enriquecer a oferta expositiva.
Com o objectivo de que cada exposição seja um evento plural e diversificado, que ofereça ao público um local onde convergem várias facetas da produção artística nacional, o projecto pretende também ser um local de diálogo entre vários artistas e acima de tudo uma experiência enriquecedora.

Já tem algum caminho, a viagem das “Convergências”.
Sempre com as mãos e a consciência nos elementos que são do nosso mundo; matriz ou matéria, fonte de vida ou identidade cultural. O que converge em nós é o desejo de celebrar a vontade humana, o seu esforço e o mundo da sua sensibilidade.
Como intermediário das emoções, é o artista que transforma a matéria em comunicação. Cria uma imitação do mundo, mas de um mundo das coisas sensíveis; por vezes suaves, por vezes intensas, mas sempre incomunicáveis fora do domínio da arte - e que têm na indiferença o seu vazio.
Explora assim os mistérios que esconde a “Terra Mater”, este ser criador que tanto descuidamos - melhor fora que nunca tivéssemos esquecido o culto de Gaia e mantido os fundamentos de uma Religião Natural, que José Pedro Machado tão bem define no seu dicionário como “a que se funda unicamente nas inspirações do coração e da razão". Esta exposição, convergência criativa, celebra e amplifica as ressonâncias telúricas da harmonia da Terra em expressões únicas entre o contemplativo, o perturbador e o fantástico, entre a natureza profunda e o desapego humano.
É, como em Tudo o que encerra um caráter simbólico, um encontro que se manifesta e resolve no íntimo sentir de cada um de nós.
E para que serviria a arte afinal?
Pelo Grupo de Organização e Curadoria
José Becerra Vitorino